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A South African Airways realizou um voo experimental e aterrou na Ilha do Sal em 11 de Dezembro de 1962.
Após as reparações necessárias à pista de aterragem, começou a funcionar um voo regular entre Joanesburgo e Frankfurt, com uma escala em Sal. Em 1967, um mecânico da SAA, o Sr. Bonenberg, que residia em Espargos, pediu ao Sr. e à Sra. Vynckier para alugarem 2 quartos, e tendo a SAA manifestado o desejo de aí hospedar as tripulações, Georges Vynckier, filho de Gaspard e Marguerite Vynckier, iniciou a construção de 6 bangalós pré-fabricados em 1970. Em seguida, foram construídos 16 quartos em pedra da ilha. Estas pedras viriam ser utilizadas para construções posteriores. Ao longo dos anos, a procura continuou a aumentar, assim como o número de escalas da companhia, o que tornou o Sal na sua escala mais importante a nível mundial (32 “Boeing 747” por semana). O Morabeza tornou-se um hotel de 140 quartos tendo hospedado também a TAP, a TAAG, a Cubana e a Aeroflot. Em Novembro de 1986, o Presidente Reagan suprimiu todos os direitos de aterragem da SAA em solo Americano. Naquela época, o Morabeza só hospedava praticamente as tripulações da linha Joanesburgo - Nova Iorque, pois os novos aviões para Londres tinham uma autonomia que lhes possibilitava evitar uma escala intermédia. Em Setembro de 1991, após a retirada das tropas cubanas em Angola, as outras companhias deixaram de aterrar no Sal. Já em 1986, Georges Vynckier empreendeu uma reconversão para o turismo, estabelecendo contactos com a Europa. Os primeiros turistas chegaram de Portugal (Abreu) e de Alemanha (Neckerman). Um pouco mais tarde, criou uma agência em Paris e uma outra na Bélgica. |







